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“Isto é brutalidade contra uma pessoa indefesa, e, por isso, desnecessária, diz Sophie, e puxa pelos cabelos do homem, que jazia no chão em desalinho, com tanta força que lhos arranca. O desnecessário é precisamente o melhor, diz Rainer, que ainda quer lutar. Foi assim que combinámos.” Viena, final dos anos 50. Um homem está a dar um passeio num parque. Ele vai ser espancado por um grupo de adolescentes, não por causa do seu dinheiro – ele até tem algum –, não por causa de algo que possa ter feito, mas porque os jovens assim o decidiram; eles são arrogantes e violentos, e são-no por prazer. Esta arrogância é a forma que eles encontraram para reagir perante o cadáver em putrefacção que é a Áustria, onde toda a gente tem um esqueleto no armário recheado de antecedentes nazis, perversões sexuais e ódio aos estrangeiros.
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De uitgeslotenen, Elfriede Jelinek
- Langue
- Année de publication
- 2006
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- (rigide)
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- Titre
- De uitgeslotenen
- Langue
- Néerlandais
- Auteurs
- Elfriede Jelinek
- Éditeur
- Muntinga B.V.
- Publié
- 2006
- Format
- rigide
- Pages
- 253
- ISBN10
- 9046420183
- ISBN13
- 9789046420188
- Séries
- Mots clés
- Fiction, Classiques, Littérature allemande, Meurtres, Jeunes, Prix Nobel, Littérature autrichienne
- Première publication
- 1980
- Titre original
- Die Ausgesperrten
- Évaluation
- 3,9 sur 5
- Description
- “Isto é brutalidade contra uma pessoa indefesa, e, por isso, desnecessária, diz Sophie, e puxa pelos cabelos do homem, que jazia no chão em desalinho, com tanta força que lhos arranca. O desnecessário é precisamente o melhor, diz Rainer, que ainda quer lutar. Foi assim que combinámos.” Viena, final dos anos 50. Um homem está a dar um passeio num parque. Ele vai ser espancado por um grupo de adolescentes, não por causa do seu dinheiro – ele até tem algum –, não por causa de algo que possa ter feito, mas porque os jovens assim o decidiram; eles são arrogantes e violentos, e são-no por prazer. Esta arrogância é a forma que eles encontraram para reagir perante o cadáver em putrefacção que é a Áustria, onde toda a gente tem um esqueleto no armário recheado de antecedentes nazis, perversões sexuais e ódio aos estrangeiros.




