Bookbot

Diario de un skin

Évaluation du livre

Paramètres

  • 544pages
  • 20 heures de lecture

En savoir plus sur le livre

O jornalista investigativo e autor deste livro, Antonio Salas (pseudônimo), viveu um ano como um skinhead, grupo que assombra a vida de torcedores de futebol e de todos aqueles que considera como 'inimigo'. A maior dificuldade, segundo o autor, foi a de ter que assumir uma personalidade completamente oposta a dele. Para chegar nela, Salas viveu meses imerso na cultura nazista, lendo as principais obras, como Minha Luta, de Adolf Hitler, muito citada no livro; ouvindo músicas que faziam referência e apologia aos ideais do grupo e sofrendo o que ele considera uma 'mutação'. O autor mostra as relações da Ultrassur - grupo neonazista espanhol - com possíveis dirigentes do clube Real Madrid, responsáveis pelo pagamento das entradas para os skins nas partidas; sua dificuldade em incorporar um neonazista e participar de agressões aos inimigos, e o medo de ser descoberto por seus 'camaradas' se não espancasse os alvos skins. O perigo de permanecer por tanto tempo no meio de um grupo neonazista é ressaltado por Salas pelo fato de ele ser um jornalista e ter 'muito mais a perder do que outro tipo de espião'.

Édition

Achat du livre

Diario de un skin, Antonio Salas

Langue
Année de publication
2006
product-detail.submit-box.info.binding
(souple)
Nous vous informerons par e-mail dès que nous l’aurons retrouvé.

Modes de paiement

3,6
Très bien
1680 Évaluations

Il manque plus que ton avis ici.

Langue
Espagnol
Éditeur
Booket
Publié
2006
Format
souple
Pages
544
ISBN10
8484604683
ISBN13
9788484604686
Séries
Évaluation
3,55 sur 5
Description
O jornalista investigativo e autor deste livro, Antonio Salas (pseudônimo), viveu um ano como um skinhead, grupo que assombra a vida de torcedores de futebol e de todos aqueles que considera como 'inimigo'. A maior dificuldade, segundo o autor, foi a de ter que assumir uma personalidade completamente oposta a dele. Para chegar nela, Salas viveu meses imerso na cultura nazista, lendo as principais obras, como Minha Luta, de Adolf Hitler, muito citada no livro; ouvindo músicas que faziam referência e apologia aos ideais do grupo e sofrendo o que ele considera uma 'mutação'. O autor mostra as relações da Ultrassur - grupo neonazista espanhol - com possíveis dirigentes do clube Real Madrid, responsáveis pelo pagamento das entradas para os skins nas partidas; sua dificuldade em incorporar um neonazista e participar de agressões aos inimigos, e o medo de ser descoberto por seus 'camaradas' se não espancasse os alvos skins. O perigo de permanecer por tanto tempo no meio de um grupo neonazista é ressaltado por Salas pelo fato de ele ser um jornalista e ter 'muito mais a perder do que outro tipo de espião'.