Paramètres
- 14pages
- 1 heure de lecture
En savoir plus sur le livre
Depois de uma brilhante estreia com Popville, Anouk Boisrobert e Louis Rigaud confirmam neste segundo livro o talento que lhes foi unanimemente reconhecido pela crítica internacional. Desta feita, com a participação de Sophie Strady, autora do poético texto que encontramos neste livro: Tudo é verde, tudo é vida na floresta da preguiça. Gorjeiam os pássaros, enroscam-se os gatos à sombra das palmeiras, os papa-formigas aspiram insectos como que através de uma palhinha… e a preguiça - estás a vê-la? (…) "Estás a vê-la?", a pergunta repetida em quase todas as páginas, que nos leva a procurar uma preguiça, um animal indefeso e alheio à eminente destruição levada a cabo pelas ruidosas máquinas dos madeireiros.
Achat du livre
Na Floresta Da Preguiça, Louis Rigaud, Anouck Boisrobert, Sophie Strady
- Langue
- Année de publication
- 2012
- product-detail.submit-box.info.binding
- (rigide)
Modes de paiement
Il manque plus que ton avis ici.
- Titre
- Na Floresta Da Preguiça
- Langue
- Portugais
- Auteurs
- Louis Rigaud, Anouck Boisrobert, Sophie Strady
- Éditeur
- Bruaá Editora
- Publié
- 2012
- Format
- rigide
- Pages
- 14
- ISBN10
- 9898166142
- ISBN13
- 9789898166142
- Séries
- Mots clés
- Nonfiction, Science et Mathématiques, La nature, Sciences naturelles, Animaux, Biologie, Thématique écologique, Écologie
- Évaluation
- 4,6 sur 5
- Description
- Depois de uma brilhante estreia com Popville, Anouk Boisrobert e Louis Rigaud confirmam neste segundo livro o talento que lhes foi unanimemente reconhecido pela crítica internacional. Desta feita, com a participação de Sophie Strady, autora do poético texto que encontramos neste livro: Tudo é verde, tudo é vida na floresta da preguiça. Gorjeiam os pássaros, enroscam-se os gatos à sombra das palmeiras, os papa-formigas aspiram insectos como que através de uma palhinha… e a preguiça - estás a vê-la? (…) "Estás a vê-la?", a pergunta repetida em quase todas as páginas, que nos leva a procurar uma preguiça, um animal indefeso e alheio à eminente destruição levada a cabo pelas ruidosas máquinas dos madeireiros.


