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A escola se transformou em uma máquina de desaprender, gerando novos bárbaros? Na França, a opinião pública enfrenta uma crise escolar sem precedentes. Este livro analisa fenômenos frequentemente ocultos, como a covardia de professores, administradores e sindicatos, que, em conluio, promovem a ascensão de falsas ciências e gadgets pedagógicos. A "renovação dos colégios", ainda em curso, contrasta com as declarações das autoridades escolares. A originalidade da obra, relevante também no Brasil, reside na reflexão fundamentada sobre as causas desses erros. A pedagogia moderna, que parte da ideia de tabula rasa, busca educar uma nova humanidade, assim como o socialismo almeja uma sociedade perfeita. Essa abordagem resulta em um "socialismo primário" na educação, caracterizado pela irresponsabilidade, pela busca insaciável de igualdade, e pelo fascínio por um saber distorcido, contribuindo para a ruína do ensino e a formação de gerações desprovidas de conhecimento. A análise crítica, muitas vezes cáustica, oferece uma contribuição valiosa para aqueles que ainda não se deixaram levar por esse processo maquiavélico, buscando evitar o colapso total da escola. É uma leitura essencial para professores, administradores, políticos e pais que desejam uma educação eficiente e saudável para seus filhos, longe de revoluções pedagógicas desastrosas.

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Schools for Barbarians, Alain Besancon, Françoise Thom, Isabelle Stal, Ken Connolly

Langue
Année de publication
1988
Reliure
(souple)
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3,0
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Titre
Schools for Barbarians
Langue
Anglais
Publié
1988
Format
souple
Pages
108
ISBN10
1870626508
ISBN13
9781870626507
Séries
Évaluation
3 sur 5
Description
A escola se transformou em uma máquina de desaprender, gerando novos bárbaros? Na França, a opinião pública enfrenta uma crise escolar sem precedentes. Este livro analisa fenômenos frequentemente ocultos, como a covardia de professores, administradores e sindicatos, que, em conluio, promovem a ascensão de falsas ciências e gadgets pedagógicos. A "renovação dos colégios", ainda em curso, contrasta com as declarações das autoridades escolares. A originalidade da obra, relevante também no Brasil, reside na reflexão fundamentada sobre as causas desses erros. A pedagogia moderna, que parte da ideia de tabula rasa, busca educar uma nova humanidade, assim como o socialismo almeja uma sociedade perfeita. Essa abordagem resulta em um "socialismo primário" na educação, caracterizado pela irresponsabilidade, pela busca insaciável de igualdade, e pelo fascínio por um saber distorcido, contribuindo para a ruína do ensino e a formação de gerações desprovidas de conhecimento. A análise crítica, muitas vezes cáustica, oferece uma contribuição valiosa para aqueles que ainda não se deixaram levar por esse processo maquiavélico, buscando evitar o colapso total da escola. É uma leitura essencial para professores, administradores, políticos e pais que desejam uma educação eficiente e saudável para seus filhos, longe de revoluções pedagógicas desastrosas.